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Quase todos os atletas já sentiram pelo menos uma vez durante a sua atividade física “dor de burro”. Esta é uma dor que tem origem no esforço e é sentida essencialmente na lateral ou ao nível das clavículas. É caracterizada por uma pontada forte na zona abdominal e que muitas vezes perturba o desenvolvimento da nossa atividade física. É uma dor inespecifica e saltitante que pode aparecer em qualquer pessoa.

As causas da “Dor de Burro”

Existem três tipos de dor de burro:

  • As dores claviculares
  • As dores debaixo das costelas
  • As dores de estômago

Na maioria dos casos as dores têm origem na má oxigenação dos músculos, nomeadamente do diafragma, músculos intercostais e abdominais. Durante o exercício físico o coração não consegue bombear o sangue necessário a tempo de chegar aos músculos, o que faz com que os músculos entrem em subalimentação de sangue e se contraiam, provocando uma dor. A solução passa por correr ao seu ritmo, sem exageros.

Por outro lado, a “dor de burro” pode também estar relacionada com a respiração e com as trocas sanguíneas, uma vez que com o esforço o baço e o fígado recebem mais sangue e, consequentemente diminuem o sistema respiratório. Uma boa respiração ajuda a atenuar a dor. Também a má digestão pode provocar a “dor de burro”. Evitar comer muito, refrigerantes ou lacticínios antes de fazer exercício pode ser a solução.

Como prevenir a “Dor de Burro”?

No decorrer do exercício, sempre que a dor aparece o atleta pode parar, massajar a zona ou dobrar o tronco para a frente de modo a permitir o alongamento do diafragma. Embora não elimine a dor totalmente, este tipo de soluções ajuda a minimizá-la.

Outras medidas que ajudam a prevenir a “Dor de Burro”:

  • Comer pelo menos três horas antes do exercício físico e evitar ingerir grandes quantidades;
  • Respirar profundamente durante o exercício;
  • beber pouca água de cada vez e de forma regular.
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