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O diagnóstico à COVID-19 na Cintramédica pode ser realizado através de duas análises de alta sensibilidade. São elas a Análise PCR, método de referência para o despiste do vírus SARS-CoV-2, e o Teste Rápido de Antigénio. Estes são os dois testes que a Direção-Geral da Saúde (DGS) reconhece para o despiste da COVID-19. Fique a saber no que consistem, quando os deve realizar e quais as vantagens de fazer os seus testes de diagnóstico na Cintramédica.

 

Resposta à pandemia

A segunda vaga da pandemia exigiu uma resposta da DGS que permitisse, de acordo com a Drª Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, “reduzir e controlar ainda mais a transmissão da doença e prevenir e mitigar o [seu] impacto no sistema de saúde, nos seus serviços e nas populações mais vulneráveis”. Entre uma série de medidas adotadas pela Estratégia Nacional de Testes para a Sars-Cov-2, foi incluída a realização dos testes rápidos de antigénio no despiste da COVID-19. Nesse sentido, e desde 11 de novembro, os clientes da Cintramédica passaram a poder realizar o Teste Rápido de Antigénio, análise que se veio juntar à Análise PCR para o diagnóstico de COVID-19.

 

Dois caminhos na deteção do vírus

A Análise PCR utiliza o método considerado de referência (gold standard) para o diagnóstico da COVID-19. Através de uma amostra colhida por zaragatoa na nasofarínge (nariz) e orofarínge (garganta), esta análise pesquisa diretamente o RNA do SARS-CoV-2. O estudo do vírus é feito no Laboratório de Análises Clínicas da Cintramédica, em Sintra, por método RT-PCR (reação em cadeia de polimerase em tempo real).
Por outro lado, o Teste Rápido de Antigénio é um teste de proximidade (point-of-care) que tem por princípio a reação do anticorpo presente no cartão do teste com o antigénio do vírus do SARS-CoV-2 a partir de uma amostra colhida por zaragatoa na nasofarínge.

A análise por método RT-PCR deteta o RNA do vírus, enquanto que o teste rápido deteta a proteína da superfície do SARS-COV-2, sendo por isso o método RT-PCR mais sensível porque incide diretamente no código genético do vírus.

 

A importância dos sintomas

A presença de sintomas pode ser determinante na interpretação dos resultados das análises e no diagnóstico da COVID-19. Assim, e de acordo com a Norma 019/2020 da DGS, perante a presença de sintomas e um resultado negativo num Teste Rápido de Antigénio, deverá ser feita uma Análise PCR confirmatória.

Reforçando esta ideia, e de acordo com a circular conjunta da DGS, Infarmed e INSA (Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge), “num doente com quadro clínico fortemente suspeito, um teste negativo só por si não deve constituir prova de exclusão de infeção por SARS-CoV-2.”

O mesmo documento refere ainda, à luz da “evidência atual”, que a pesquisa de RNA de SARS-CoV-2, realizada pela Análise PCR, identifica componente do vírus até 8 a 12 dias após o início da doença. Por outro lado, o Teste Rápido de Antigénio deve ser realizado quando a carga viral é mais elevada, ou seja, durante os primeiros 5 dias de sintomas.

Esta indicação reforça o estatuto de “método de referência” da Análise PCR. No entanto, é importante frisar que todas as análises são testes complementares, e os seus resultados devem ser sempre interpretados num contexto clínico global.

 

Fator tempo no diagnóstico

O elevado grau de especificidade, ou seja, a menor probabilidade de haver falsos positivos do Teste Rápido de Antigénio, torna-o um método de diagnóstico fiável que tem ainda outra vantagem: a rapidez com que se consegue obter um resultado. Aliás, de acordo com a norma 019/2020, em pessoas sem sintomas de COVID-19 mas num contexto de suspeita de contacto de alto risco no decorrer de um surto, o Teste Rápido de Antigénio é a primeira análise recomendada pela DGS, antes da Análise PCR. No mesmo quadro clínico mas sem o enquadramento de surto, a Análise PCR será o teste recomendado.

 

Marcações online na Cintramédica cada vez mais fáceis

Além dos canais tradicionais de marcação, a Cintramédica disponibiliza a marcação online destas duas análises de diagnóstico.

Ambas as análises são realizadas, por marcação prévia, nas clínicas Cintramédica de Sintra, Mafra, Amadora, S. João do Estoril e Laranjeiras (Lisboa). Estão também disponíveis sem precisar de qualquer marcação nos postos de colheitas Cintramédica da Terrugem e no novo Centro COVID-19 de Agualva/Cacém.

Faça já a sua marcação online.

Mais informações em cintramedica.pt e na nossa página de testes de diagnóstico à COVID-19.

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